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A Itália fechou as fronteiras aéreas e marítimas com a Espanha e suspendeu o acordo de Schengen entre os dois países. A justificativa do governo Meloni: a crise migratória em Ceuta, onde milhares de pessoas cruzaram do Marrocos para o território espanhol.
A resposta de Madri veio em minutos. O premiê Pedro Sánchez publicou os números da Frontex sobre entradas irregulares na União Europeia entre 2021 e 2026.
E eles contam uma outra história: a Itália lidera o ranking, com 478,6 mil registros. A Espanha aparece com 234,7 mil, menos da metade.
"Solidariedade e empatia são opcionais. Respeitar os tratados europeus e os dados, não", escreveu Sánchez.
A crise já virou caso diplomático: a Espanha convocou o embaixador italiano em Madri para protesto formal após críticas do chanceler Antonio Tajani à política migratória espanhola.
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t.me/apocalipsesg
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