Meu Deus. Veja bem, é o seguinte: essas pessoas não entendem uma coisa. Representatividade asiática na música é uma causa pela qual vale a pena lutar. Mas a representatividade deixa de ter significado quando vem à custa da segregação. Criar espaços para artistas asiáticos nunca deveria significar confiná-los a uma categoria separada, em vez de permitir que compitam em igualdade de condições.
Não se pode alegar defender a representatividade asiática enquanto se exclui o maior artista asiático do mundo. E quando esse mesmo artista diz que essa abordagem não é representatividade, mas sim limitação, é hora de parar de defender o sistema e começar a refletir se você está promovendo a igualdade ou simplesmente reformulando a exclusão.
#AArteNãoTemAliens
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